O tempo de investir em imóveis é agora

Com todas as transformações da economia brasileira nos últimos 5 ou 6 anos, o mercado nunca esteve tão favorável para a compra de imóveis como em 2016. Conforme a análise do economista Ricardo Amorim, quando todo mundo está com receio de investir, é a melhor hora para fechar bons negócios. “Com menos gente buscando crédito e menos gente comprando, quem tem que vender vende mais barato e essa situação cria oportunidade para quem compra o imóvel”, garante o economista. Mas este ciclo propício para quem tem dinheiro na mão está quase no fim.

Após as reviravoltas políticas no país, a economia começou a dar sinais de reação positiva. Em Passo Fundo alguns lançamentos imobiliários já demonstram que o mercado começa a reagir escalar a subida pra sair do fundo do poço. Claro que o fundo do poço neste mercado, equivale ao meio do poço para outros. Nossa cidade viveu um ciclo muito favorável na construção civil, e atingiu seu ápice há uns 3 anos. Depois disto a economia sofreu alguns golpes e as construtoras optaram por esperar um período mais adequado para fazer novos investimentos. Com tantos empreendimentos em construção na cidade, a quantidade de imóveis sendo entregue para seus proprietários ainda é grande, o que também favoreceu o aperto do cinto no setor.

Para 2017 os prognósticos são bem mais positivos para quem quer vender imóveis. Os preços devem parar de cair e, com a queda dos juros, segue no caminho inverso a liberação de recursos para financiamento de imóveis. Atualmente, além dos bancos públicos como a Caixa Federal e o Banrisul, os bancos privados estão oferecendo recursos a taxas atrativas e com aprovação de crédito mais ágil.

Assim, com toda a análise do mercado, podemos dizer que o setor de imóveis nunca esteve tão propício para bons negócios. Mas o ciclo está no fim, pois os preços estão em fase de estabilização e devem apresentar um movimento lento de subida nos próximos meses.

Novembro é o mês de limpar o nome no Serasa

Começa dia 8 e vai até 26 de novembro o “feirão online limpa nome” do Serasa. A partir desta data, devedores e endividados de todo o país poderão renegociar pela internet. O pagamento do 13º salário é uma boa oportunidade para colocar as contas em dia.

Para negociar dívidas em atraso com descontos e condições facilitadas diretamente com os credores, 24 horas por dia, basta que devedores de todo o país acessem o site serasaconsumidor.com.br.

Participam do Feirão Online empresas e instituições financeiras como Itaú, Hipercard, Bradesco, Banco Pan, AES Eletropaulo, Porto Seguro Cartões, Magazine Luiza, Banco Fiat e Leader.

Os interessados devem preencher um cadastro gratuito e logo em seguida o consumidor será direcionado para uma página onde estarão listadas todas as suas dívidas que constam na base de dados da empresa de crédito.

Cada empresa participante irá informar os canais de atendimento disponíveis (telefones, e-mail ou chat) para a renegociação. Em alguns casos, o credor já deixará um boleto disponível com a proposta. Cabe ao consumidor aceitar e realizar o pagamento ou, se preferir, entrar em contato com a empresa para negociar a proposta.

Aprovados R$ 63,5 bilhões do FGTS para habitação popular em 2017

O conselho curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nos últimos dias um orçamento de R$ 87 milhões para habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana para 2017. Para o período de 2017 a 2020, o investimento previsto é de R$ 331 bilhões. Em mobilidade urbana o investimento será de R$ 14 bilhões e R$ 9,5 bilhões em saneamento básico.

De acordo com o Ministério do Trabalho, os investimentos vão beneficiar 556 mil famílias de baixa renda na compra da casa própria. Também, conforme a pasta, servirão para gerar ou manter 2,5 milhões de empregos na indústria da construção. Outros R$ 9 bilhões dos recursos do fundo foram reservados para subsidiar a compra da casa própria por famílias de baixa renda, por meio de descontos — beneficiando cerca de 506 mil contratos. Já o Pró-Cotista, que oferece taxas de juros menores, será direcionado aos detentores de conta vinculada, o valor alcança R$ 5 bilhões.

O dinheiro que será liberado também obedece a uma distribuição conforme o valor máximo da casa própria: R$ 8,3 bilhões vão para a compra de imóveis avaliados em até R$500 mil.

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Mais R$ 1,2 bilhão vai financiar imóveis cujo valor de venda esteja limitado a R$ 650 mil em todo o país. A exceção é para os estados de Minas Gerais, Rio e São Paulo e para o Distrito Federal, onde os valores de venda dos imóveis podem chegar a R$ 750 mil.

Fonte: Ministério do Trabalho